Infraestrutura Mauro Cardim

Planejando a mobilidade urbana

Com o crescimento da Região Metropolitana de Salvador (RMS), tornou-se importante debater o desenvolvimento econômico, social e as particularidades de cada município desta região, sobretudo no contexto do crescimento do PIB; distribuição de riquezas; mobilidade urbana sustentável e inovação tecnológica como fator de inclusão social

Há uma disparidade entre o bem-estar social, o crescimento econômico regional e o desenvolvimento social na RMS. E o desenvolvimento desigual é uma característica comum dos municípios e os investimentos públicos realizados em micro regiões/territórios não surtiram os resultados efetivos pretendidos.

E um dos temas onde é aprofundado o fosso social é a mobilidade urbana, com os mais abastados e classe média em seus veículos e as classes populares transitando diariamente em transportes de massas. E faz-se necessário, portanto, investir na qualificação dos transportes de massa.

Sob a ótica da Mobilidade Urbana Sustentável, o Brasil e outros 192 países se comprometeram a tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Este é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas para 2030. Para alcançar esses objetivos, foram descritas 169 metas – muitas envolvendo a mobilidade urbana. Mas, assim como em outros lugares no mundo, os municípios brasileiros ainda têm grandes desafios para atingir essas metas.
Embora o país já tenha diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Mobilidade Urbana, falta implementá-las para que as cidades se aproximem das metas. A Política Nacional de Mobilidade Urbana é prevista na Lei Federal nº 12.587/2012 para definir princípios, diretrizes e objetivos compatíveis com os conceitos de mobilidade urbana sustentável.

Estes assuntos foram temas do Seminário Metropolitano de Desenvolvimento Econômico, Mobilidade Urbana e Inovação MetroUrbi 2019, que ocorreu recentemente em Lauro de Freitas.

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Os debates contaram com as presenças do vice-governador do Estado da Bahia, João Leão; o secretário da Casa Civil do Governo da Bahia, Bruno Dauster; o CEO da Marcopolo Rail, Petras Amaral; o secretário de Transportes e Obras Públicas do Estado do Espírito Santo, Fábio Ney Damasceno; o CEO da Aeromóvel Brasil, Marcos Coester, e a diretora de Governo e Infraestrutura do BNDES, Karla Bertocco, além de outras autoridades e experts.

Na qualidade de curador técnico do seminário, acredito que foi um debate de suma importância para o planejamento da mobilidade urbana na RMS.
Uma das conclusões que será inserida na Carta Técnica do encontro que será encaminhada às autoridades é a necessidade de integração entre os diversos modais de transporte da Região Metropolitana de Salvador.

Estes assuntos foram temas do Seminário Metropolitano de Desenvolvimento Econômico, Mobilidade Urbana e Inovação MetroUrbi 2019, que ocorreu recentemente em Lauro de Freitas.

Os debates contaram com as presenças do vice-governador do Estado da Bahia, João Leão; o secretário da Casa Civil do Governo da Bahia, Bruno Dauster; o CEO da Marcopolo Rail, Petras Amaral; o secretário de Transportes e Obras Públicas do Estado do Espírito Santo, Fábio Ney Damasceno; o CEO da Aeromóvel Brasil, Marcos Coester, e a diretora de Governo e Infraestrutura do BNDES, Karla Bertocco, além de outras autoridades e experts.

Na qualidade de curador técnico do seminário, acredito que foi um debate de suma importância para o planejamento da mobilidade urbana na RMS.

Uma das conclusões que será inserida na Carta Técnica do encontro que será encaminhada às autoridades é a necessidade de integração entre os diversos modais de transporte da Região Metropolitana de Salvador.


 

Por: Mauro Cardim – Empresário, ambientalista e político. Presidente do Instituto Metropolitano de Desenvolvimento Social e Inovação (IMDI)
Imagem: Divulgação

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