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Infraestrutura

Prefeita cobra celeridade da Caixa na entrega do Residencial Santo Amaro de Ipitanga (MCMV)

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“Minha briga, agora, é buscar sensibilizar o Governo Federal, para garantir que ele libere os apartamentos dos que já estão cadastrados e, o restante, pra gente incluir, prioritariamente, quem teve a casa alagada”

Reunida com os moradores das áreas de influência da obra de Macrodrenagem do Rio Ipitanga e famílias que recebem bolsa aluguel ou foram afetadas pelas chuvas do último final de semana, a prefeita Moema Gramacho solicitou, à Caixa, que cobrasse do Ministério do Desenvolvimento Regional, celeridade na entrega dos 890 apartamentos, do Residencial Santo Amaro de Ipitanga, do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) no Capiarara.

Para esse projeto, já estão cadastradas mais de 500 famílias. Muitas delas também tiveram suas casas alagadas. Ao lado, mais um empreendimento com 500 unidades, está em fase final de construção.

Outro pleito da prefeita, junto a Caixa, foi a possibilidade de priorizar as unidades restantes das 890, mais as 500 em fase de construção, para os atuais beneficiários do bolsa aluguel e vítimas da última enchente.

A reunião com os munícipes foi dividida em dois momentos. Na primeira etapa, junto com representantes da Caixa, Conder, Secretarias Municipais de Desenvolvimento Social e Cidadania (Semdesc), Saúde (Sesa), Infraestrutura (Seinfra) e Serviços Públicos (Sesp), a gestora passou a palavra à CEF, para que a mesma explicasse o motivo do atraso na entrega das unidades do MCMV, destinadas a esses moradores.

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De acordo com o representante da CEF, “tudo o que a Caixa podia fazer já fez” e agora depende do Ministério, que deve estar respondendo em breve. Ficou ainda de levar o pleito da prefeita, aprovado por todos os presentes no plenário, para análise do Ministério.

Os representantes da Conder explicaram, com apoio de mapas projetados no telão, como vai funcionar a macrodrenagem, depois do projeto concluído e mostraram que a obra, iniciada em abril de 2018, tem várias etapas desde a escavação, desassoreamento, tratamento dos canais e urbanização, com a construção das praças esportivas que servirão, também, de reservatórios para captação das águas das chuvas.

A Conder também orientou os moradores da área da obra que, caso ainda não tenham sido procurados pela Conder, devem ir à Seinfra, regularizar a situação, “para ninguém ficar desassistido no momento da desapropriação”.

“Minha briga agora é buscar sensibilizar o Governo Federal, para garantir que ele libere os apartamentos dos que já estão cadastrados e o restante pra gente incluir, prioritariamente, quem teve a casa alagada”, explicou Moema.

Na segunda etapa da reunião, representantes da Semdesc e o secretário de Saúde, Vidigal Cafezeiro, orientaram as famílias, atingidas pela chuva, sobre o procedimento para receber os auxílios e como devem proceder em relação aos cuidados com a saúde (no caso de quem teve contato com a água). Além de cestas básicas, kit higiene e medicamentos, a prefeitura está disponibilizando bolsa aluguel e auxílio pecúnia, de acordo com a necessidade das famílias.

A reunião, no Centro Educacional Municipal Fênix, contou com a participação de moradores da Lagoa da Base, Lagoa dos Patos, Jardim Tropical, Boca da Mata, Sempre Verde, Caji e Caixa D’Água, Chafariz, beneficiários de bolsa aluguel e pessoas que já estão cadastradas aguardando a entrega do Residencial Santo Amaro de Ipitanga.

Beneficiário do bolsa aluguel, Eliomar dos Santos, está ansioso. “Não vejo a hora de ter minha casa e saber que minha família está num lar seguro. Essa atitude da prefeita em vir aqui, nos explicar e mostrar o que está correndo atrás é boa, porque mostra que ela tá preocupada com a gente”.

MCMV e Macrodrenagem

Para diminuir as enchentes, na área central da cidade, a macrodrenagem consiste na construção de seis reservatórios de amortecimento ao longo do rio e seus afluentes, desassoreamento e alargamento da calha, em cinco quilômetros do rio, para aumento da vazão e, consequentemente, acelerar o escoamento das águas pluviais.

O conjunto do MCMV, construído no Capiarara, para abrigar as pessoas que terão seus imóveis desapropriados na área da obra, conta com oito prédios, com acessibilidade nos apartamentos térreos, 445 vagas para estacionamento, três centros comunitários, cinco quiosques, três quadras poliesportivas, três parques infantis, duas academias de saúde, estação de tratamento de esgoto e três reservatórios de água elevados.

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Por: Mariana Cedrim – Jornalista
Fotos: Lucas Lins
Fonte: Ascom/PLF

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